Namorar depois dos 60 é uma história bem diferente de namorar aos 20. Naquela época você ainda estava descobrindo quem era e o que queria da vida, e talvez procurasse alguém para construir uma família. Hoje o cenário é outro. Os filhos já cresceram, provavelmente já tem neto correndo pela casa, e começar uma família nova não está exatamente no topo da lista.
Quem passou dos 60 costuma escolher com mais calma. Em vez de deixar as coisas ao acaso, prefere conhecer a pessoa de verdade antes. Isso não é excesso de cautela, é só não ter pressa. E, convenhamos, poder escolher sem correria é um luxo que aos 20 quase ninguém tinha.
Companhia pesa muito. Ter alguém do lado para dividir o tempo, as manias, o programa de domingo e o cafezinho da tarde não tem preço. Não é sobre preencher um espaço, é sobre ter com quem comentar o dia.
Existem muitos motivos para alguém estar solteiro depois dos 60. Trazer uma pessoa nova para o convívio pode deixar a família com outra cara. E o mais provável é que essa pessoa também chegue com a família dela, então de repente o seu Natal fica maior, mais cheio e bem mais animado.
Problema aparece em qualquer idade, disso ninguém escapa. A diferença é ter em quem se apoiar quando ele aparece. Dividido, o peso fica pela metade, e muita vez só saber que tem alguém ali já resolve boa parte.
Namorar nessa fase não é repetir o que você fez aos 20. É outra coisa, mais tranquila e, para muita gente, bem melhor. Se você está com vontade de conhecer alguém, o primeiro passo é simples: monte o seu perfil e veja quem está por perto.